Um homem de 57 anos foi morto a tiros dentro do próprio bar na sexta-feira (28), em Itabirinha, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. Segundo informações do boletim de ocorrência, o crime teria sido motivado por uma dívida relacionada a drogas.
De acordo com a Polícia Militar, uma testemunha contou que estava consumindo bebidas na companhia de um dos suspeitos quando ele iniciou uma discussão com a vítima por causa de uma dívida financeira. Durante o desentendimento, o homem teria ameaçado a vítima de morte.
Após a discussão, o suspeito deixou o local acompanhado da testemunha e foi até outro estabelecimento para comprar cigarros. Na volta, ao passar em frente ao bar, ele teria parado o veículo, descido e efetuado os disparos contra a vítima. A testemunha relatou aos militares que se abaixou dentro do carro para se proteger.
Depois dos disparos, o suspeito retornou ao veículo e fugiu em direção a uma fazenda. Durante as buscas, os policiais conseguiram identificar o carro utilizado na fuga.
Segundo a PM, o suspeito foi até uma propriedade rural e disse ao dono da fazenda que havia feito “uma cagada”, pedindo ajuda para esconder o veículo. O proprietário teria levado o carro e o abandonado em uma estrada entre os municípios de Boa União e Tipiti. Inicialmente, ele também teria informado aos militares que o suspeito não estava na propriedade.
Os policiais analisaram imagens de câmeras de segurança e seguiram nas buscas. Conforme o registro policial, algumas câmeras chegaram a ser retiradas e escondidas, mas foram encontradas posteriormente.
Funcionários da fazenda informaram aos militares que o suspeito havia fugido para uma área de mata próxima. Ele foi localizado após buscas e, segundo a Polícia Militar, resistiu à prisão e agrediu os policiais, sendo contido e algemado.
O homem que teria ajudado o suspeito também foi preso e apontado como coautor do crime. A arma utilizada nos disparos não foi localizada. A perícia da Polícia Civil esteve no local e realizou os trabalhos necessários. Os dois suspeitos foram encaminhados para as autoridades competentes, e o caso será investigado pela Polícia Civil.



