Um homem de 29 anos e uma mulher de 34 anos foram presos por tráfico de drogas na tarde deste sábado (7 de fevereiro de 2026), por volta das 17h50, em uma residência localizada na rua José João Bernardino, no bairro Ribeira de Cima, em Itabira, na região Central de Minas Gerais.
Segundo a Polícia Militar, a ação foi desencadeada após monitoramento prévio da região e o recebimento de diversas denúncias anônimas, que apontavam intensa movimentação relacionada ao comércio de entorpecentes no imóvel. As equipes também receberam informações de que o homem estaria escondido no endereço e que havia contra ele um mandado de prisão em aberto.

Diante das informações, foi montada uma operação de cerco na via com o objetivo de localizar e prender o suspeito. No local, os militares confirmaram a presença do homem e de uma mulher. Durante as buscas na residência, foi localizada uma grande quantidade de drogas escondida no interior de uma máquina de lavar roupas.
No imóvel, os policiais apreenderam 250 comprimidos de ecstasy, 148 papelotes de cocaína, 274 pinos de cocaína e 32 porções da mesma droga, além de quatro pacotes de substância utilizada para adulteração de cocaína. Também foram encontrados quatro balanças de precisão, cinco cadernos com anotações relacionadas ao tráfico, um liquidificador, uma prensa hidráulica, uma câmera de monitoramento e cinco aparelhos celulares, materiais comumente utilizados na preparação, fracionamento e comercialização de entorpecentes.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão aos dois envolvidos pelo crime de tráfico de drogas, além do cumprimento do mandado judicial em desfavor do homem. Ambos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com todo o material apreendido.
A operação contou com a participação dos sargentos Aline, Antônio Cláudio, Barbosa, Edmar, Gandra, Júlio, Loiola, Oliveira, Roberto e Teixeira, dos cabos Douglas e Hudson, dos soldados Andrade, Cruz, Da Silva, Freitas, Hugo, Magalhães e Paula, além de militares do setor de Inteligência do 26º Batalhão da Polícia Militar e do cão de faro Loki. O caso permanece sob responsabilidade da Polícia Civil, que dará continuidade às investigações e às providências legais cabíveis.


