Engenheiro apontado como responsável por túnel que permitiu furto milionário ao Banco Central é preso após 12 anos - Itabira Online
quinta-feira, fevereiro 29

Engenheiro apontado como responsável por túnel que permitiu furto milionário ao Banco Central é preso após 12 anos

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A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta sexta-feira (1°), Marcos Rogério, conhecido como Bocão e Cabeção, engenheiro apontado como sendo o responsável por ter projetado e supervisionado o túnel que permitiu o furto de R$ 164 milhões dos cofres do Banco Central, em Fortaleza, no Ceará, em 2005. A prisão aconteceu em Sorocaba, no interior paulista.

Marcos estava foragido havia 12 anos, desde que foi retirado por homens fortemente armados do Presídio de Itatinga, no Ceará. A prisão foi realizada por homens do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). A investigação apurava informações de que o procurado estava frequentando um imóvel na cidade de Salto, também no interior de São Paulo.

O engenheiro do túnel do assalto ao Banco Central passou então a ser monitorado e foi localizado em um shopping na Zona Sul de Sorocaba. A abordagem ocorreu na avenida Professora Izoraida Marques Peres. Não houve resistência à prisão. Os policiais também cumpriram mandado de busca e apreensão no imóvel no Residencial Icaraí, em Salto, onde morava a esposa de Marcos.

SOBRE O ASSALTO AO BANCO CENTRAL
O crime foi concretizado na madrugada do dia 5 para 6 de agosto de 2005, quando uma quadrilha entrou no caixa-forte do Banco Central por meio de um túnel, levando mais de três toneladas em notas de R$ 50. Para retirar as cédulas, os membros do grupo criminoso passaram por baixo de uma das mais movimentadas vias do Centro de Fortaleza, a Avenida Dom Manuel.

O túnel que foi utilizado na prática do crime era originado de uma casa alugada pela quadrilha. O crime só foi descoberto no início do expediente da segunda-feira. Dos R$ 164,7 milhões furtados, a Polícia Federal estima que, no máximo, R$ 60 milhões foram recuperados, por meio da venda de bens dos participantes ou pelo resgate de quantias em espécie durante as investigações.

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