Chega a 25 o número de mortes confirmadas por dengue no Estado; 82 óbitos estão sob suspeita - Itabira Online
domingo, junho 16

Chega a 25 o número de mortes confirmadas por dengue no Estado; 82 óbitos estão sob suspeita

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Vinte e cinco pessoas morreram por dengue neste ano em Minas. O balanço foi divulgado na manhã desta terça-feira (07/05) pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES). Ao mesmo tempo, outros 82 óbitos estão sob suspeita de terem sido causados pela doença.

Segundo a SES, Minas está em alerta máximo por conta do aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes. Até essa segunda (06/05), o Estado registrou 209.276 casos prováveis de dengue – ou seja, aqueles que unem os casos confirmados com os suspeitos.

As mortes já comprovadas aconteceram nos seguintes municípios: 

  • 9 – Betim, na Grande BH;
  • 8 – Uberlândia, no Triângulo;
  • 2 – Contagem, na Grande BH;
  • 2 – Unaí, na Noroeste;
  • 1 – Arcos, na Centro-Oeste;
  • 1 – Frutal, no Triângulo;
  • 1 – Ibirité, na Grande BH;
  • 1 – Paracatu, na Noroeste. 

A pasta ressalta que as 82 mortes em investigação para dengue foram notificados de janeiro a maio deste ano e, portanto, não são necessariamente óbitos recentes.

Febre Chikungunya e Zika

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 1.587 casos prováveis da doença em 2019. Até o momento, não houve registro de óbitos suspeitos da doença.

Já em relação à Zika, foram registrados 650 casos prováveis da doença em 2019, até a data de atualização do boletim.

Estado de alerta

De acordo com a secretaria, um registro maior de casos é esperado para este período, em que os meses são quentes e chuvosos. Trata-se da sazonalidade da doença. Por essa razão, o Estado está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes (dengue, Chikungunya e zika).

Os agentes de endemias visitarão as residências, comércios, instituições públicas e terrenos vagos para o recolhimento de objetos inservíveis, aplicação de larvicida onde for necessário e, o mais importante, orientar as pessoas, por meio do trabalho de educação em saúde, quais os pontos de atenção para os possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya.

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